Figueirense de olho no futuro

Quando o técnico Alexandre Gallo ainda era técnico do Figueirense tive a oportunidade de conversar com o “professor” no evento Top da Bola, que premiou os melhores do campeonato catarinense. No bate-papo, o treinador do Atlético Mineiro me confessou que um dos maiores problemas de conseguir fazer uma boa campanha na Série A diz respeito à desigualdade de recursos que os clubes recebem das cotas de televisão e do clube dos 13.

Atualmente na primeira divisão somente três times não fazem parte do Clube dos 13: Figueirense, Ipatinga e Náutico. Por isso, é preciso parabenizar a atitude da diretoria do alvinegro em homenagear como Sócio-Benemérito o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.

De fato é uma ação política, mas que no futuro pode trazer maiores investimentos ao estádio Orlando Scarpelli.

Ainda destacando a diretoria, acredito que a exigente nação alvinegra tem que dar um voto de confiança aos dirigentes alvinegros que estão buscando fortalecer o elenco. Competir com times que recebem o dobro, e as vezes até o triplo de recursos é desleal, no entanto, mesmo assim, o Furacão segue há sete anos na elite do futebol nacional.

Vale lembrar que o dinheiro da venda do zagueiro Felipe Santana será depositado somente em julho, o que significa que neste período a torcida pode ter mais novidades em termos de reforços ou então qualificação de estrutura.