A importância da atitude para um técnico de futebol.

A palavra “atitude” no título deste post poderia ser substituída por outras tantas palavras. Pulso firme, energia, raça, motivação. Do que adianta ter o conhecimento técnico se não tiver a confiança do time para obedecer as estratégias e táticas propostas por esse profissional. O técnico que não consegue trazer o time para o lado dele não sobrevive. Guilherme Macuglia que o diga.

Escolhi “atitude” por ser a palavra escolhida por PC Gusmão para definir o que o Figueirense teve no último jogo para a virada contra Vasco. Para isso é imprenscindível raça e motivação para não desistir, mesmo nos momentos mais difíceis. É aí que PC Gusmão tem um papel fundamental para essa mudança.

Cleiton Xavier chegou a dedicar os gols a PC, agradecendo a força que recebeu no intervalo. Essa força é que motivou não só Cleiton Xavier, mas todo o time. É visível a mudança de comportamento dos jogadores em campo desde a chegada do novo técnico. Consequentemente a torcida gosta do que vê e incentiva ainda mais.

O equilíbrio entre estratégia e motivação é o que pode fazer a diferença na personalidade de um técnico. É assim com Muricy Ramalho, Wanderley Luxemburgo, Luiz Felipe Scolari e até o nosso incontestável Adilson Batista. Não tem espaço para o “bundamolismo” no futebol. Isso serve também para o Figueirense.

PC Gusmão já mostrou essa tão aguardada atitude. Se tiver o mesmo sucesso na parte técnica, podemos esperar um segundo semestre bem mais positivo para o nosso Furacão.