Mário Sérgio AINDA não é o técnico do Figueirense

Ao contrário do que alguns órgãos de imprensa vem divulgando, o técnico Mário Sérgio ainda não acertou ser retorno ao estádio Orlando Scarpelli. É bem verdade que o desfecho da negociação está próximo e pode acontecer hoje a noite numa reunião em São Paulo envolvendo dois dirigentes do Figueirense (RPP E JCL) e o empresário de Mário Sérgio, que por coincidência é seu filho, Bruno Paiva, da Think Ball & Sports Consulting.

Segundo informações que as minhas pulguinhas, que estiveram agitadas hoje, puderam apurar, a base salarial está acertada e resta apenas decidir detalhes em termos de tempo de contrato e projeção de Mário Sérgio no Figueirense, ou seja, seus objetivos. Em suma, a tendência é que o responsável por ter levado o elenco alvinegro a uma inédita final de Copa do Brasil seja reapresentado amanhã no CFT do Cambirela. Leiam bem, a tendência, ainda não está confirmado.

Mário Sérgio de Pontes Paiva foi o primeiro e único nome na lista do Figueirense depois da saída de PC Gusmão. Ele conhece como poucos os garotos do Furacão e na minha análise se for concretizada a negociação o alvinegro estará contratando o nome certo para tirar a equipe dessa tremenda crise.

Além de Mário Sérgio, outros dois nomes surgiram com força no dia de hoje, mas ambos confirmaram que não foram procurados. Entenda o motivo das cogitações.

Zetti – É um técnico jovem com perfil do Figueirense e já conseguiu reverter situações adversas no Fortaleza e no Paulista num curto espaço de tempo. Além disso, o treinador está desempregado e tem um ótimo relacionamento com o comandante do Avaí, Silas Pereira, o que poderia facilitar sua adaptação a Florianópolis.

Palavras do Zetti (nas minhas palavras) – O técnico segue estudando muito futebol e tem o maior interesse em treinar o Figueirense. Nas entrelinhas ficou claro que se recebesse o convite aceitaria vir treinar o alvinegro, porém o próprio Zetti destacou que não foi procurado pelo Figueirense.

Renê Simões – Outro treinador desempregado. Além disso, Renê tem no currículo o título da Série B do ano passado com o Coritiba. Porém, dois motivos especiais aproximavam o técnico do único representante de Santa Catarina na Série A.

O primeiro: trabalhou nas categorias de base do Flamengo com Anderson Barros e teria um bom relacionamento com o dirigente. O segundo: recentemente os manezinhos da Ilha estiveram na Jamaica com o time do Beijo, do colunista do Diário Catarinense, Cacau Menezese, e Renê atendeu muito bem os brazucas. Na oportunidade, o técnico ainda dirigia a seleção da Jamaica e um dos manezinhos que mais se identificou com Renê Simões foi Nestor Lodetti, da cúpula diretiva do alvinegro, e que estava na excurssão do time do Cacau.

Palavras de Renê Simões (com detalhes da sua Assessora de Imprensa, Ruti) – O ex-técnico dos reggae-boys não foi procurado pelo Figueirense e a assessora só foi solicitada nos últimos dias pelo portal Lance, que quer produzir uma entrevista especial com o treinador analisando seu período a frente da seleção da Jamaica.

Isso se chama apuração de fatos, não chutômetro.