Evolução ou empolgação? 
Foto: Edu Cavalcanti

Minha estréia no Meu Figueira foi numa fase de transição da equipe. Teve mudança em jogadores (quatro reforços), a volta do Mário Sérgio e a nova filosofia de trabalho.

Por um motivo bastante aceitável não acompanhei a partida Figueirense x Cruzeiro, no estádio Orlando Scarpelli, no domingo, dia 21 de setembro. Estava comemorando meu aniversário na Praia de Fora, um lugar calmo, bonito e ainda pouco habitado.

Nessa tarde em que o Furacão perdeu para o Cruzeiro, meus ouvidos hipnotizados pelas ondas do rádio me diziam que, além de tudo a equipe evoluiria. Isso porque o time conseguiu fazer três gols num Cruzeiro muito bem armado, forte e jovem, como aquele Figueirense de 2006, comandado por Adilson Batista.

Na mesma proporção da equipe, a zaga deveria evoluir também, mas disso eu tinha certeza. Mário Sérgio é o mesmo que levou o alvinegro a final da Copa do Brasil, aquele que é considerado o estrategista e o estudioso. Renato Gaúcho escalou cinco homens de frente deixando o jogo do jeito que MS gosta.

Mas, lembrO do PC, que chegou e mobilizou a equipe. O time do “professor Gusmão” começou bem, porém logo depois despencou assustadoramente numa seqüência de goleadas impossíveis de engolir. A questão é torcedor: o Figueirense evoluiu ou apenas se empolgou como no início da era PC Gusmão? Lembrando também que com o antigo treinador o time nunca esteve definido, ao contrário de MS que já indicou uma equipe titular para a seqüência de jogos.

Você acredita numa seqüência de vitórias a partir dessa partida contra o Vasco? Lembrando que a próxima partida é o Palmeiras, líder do campeonato.