Os números do Figueira na Série B
Terminada a participação do Figueirense nesta Série B, o MeuFigueira traz os números da campanha alvinegra na competição:
- 6º lugar
- 60 pontos
- 19 vitórias (12 em casa e 7 fora)
- 3 empates (1 em casa e 2 fora)
- 16 derrotas (6 em casa e 10 fora)
- 53% de aproveitamento
- 64 gols marcados (Rafael Coelho foi o artilheiro com 17)
- 51 gols sofridos
- 6813 média de público
- 46 atletas utilizados
- 2 treinadores (Roberto Fernandes e Márcio Araújo)
O Figueirense volta a jogar somente em 2010, em partida válida pelo Campeonato Catarinense marcada para o dia 18/01, no Scarpelli, contra o Imbituba. Até lá muita coisa irá acontecer nos bastidores. Aguardemos os próximos capítulos!
Analisando somente os números, quais foram os pontos fortes e fracos do Figueira na Série B?
Pré-jogo: São Caetano x Figueirense.
A Série B para o Figueirense não tem mais sentido, porém o time ainda tem que disputar seu último jogo na competição. Motivação? Nenhuma, nem para o time quanto mais para a torcida. A partida ocorre nesta sexta-feira, às 21h, no Estádio Anacleta Campanella, em São Caetano.
Do lado de cá
Sem Egídio, Schwenck, Rafael Coelho, Paulinho e Régis, o treinador Márcio Araújo irá levar jovens valores como o zagueiro Raphael, o volante Ricardo e o atacante Alex Junio. Quem também apareceu na lista de jogadores relacionados foram o meia Jairo, o volante Schmoller e o atacante Douglas.
Do lado de lá
O São Caetano também joga por jogar e o técnico Antônio Carlos escala seu time sem nenhum jogador de destaque. No turno, o azulão derrotou o Figueirense, no Scarpelli, por 2 a 0.
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A partida entre São Caetano e Figueirense acontece nesta sexta-feira, às 21h, e terá transmissão do Pay Per View. Não poderei acompanhar, pois estarei na aula e não tenho vontade de ver o Figueira agora. Caso alguém veja o jogo e quiser enviar um resumo para o MeuFigueira, basta mandar um e-mail com o texto para henrike_50@hotmail.com. O melhor será publicado no site.
Ficha Técnica
Figueirense
Wilson; Lucas, Roger Carvalho, João Felipe e Massari; Carlinhos, Roberto Brum, Diego Paulista, Maicon e Fernandes; Douglas
Técnico: Márcio Araújo
São Caetano
Luiz; Nego, Douglas, Marcelo Batatais (João Gabriel) e Bruno Recife; Jairo, Adriano, Cascata e Xuxa; Renato e Hugo
Técnico: Antônio Carlos
Local: Estádio Anacleto Campanella (São Caetano do Sul/SP)
Data: 27/11/2009 (Sexta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Transmissão: Pay Per View
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: José Carlos Dias Passos (PR) e Ricardo Vilar Neves (PR)
Jeovânio desabafa
Que as coisas não estavam bem dentro do grupo de jogadores do Figueirense todos sabiam ou pelo menos presumiam. Porém, o volante Jeovânio, um dos banidos pela comissão técnica, falou sobre o que acontecia nos bastidores alvinegros. Em entrevista ao TVCOM Esportes, nosso pitbull desabafou. Aqui vão alguns trechos da entrevista, já que não vi, mas parte dela está no ClicRBS.
Jogadores
“Foram escapando porque ele (Márcio Araújo) foi tirando jogadores que não sabiam porquê saíam. Ele foi perdendo o controle e isso foi tirando a nossa motivação. O Schwenck jogou 10 jogos e fez oito gols, porque tirou ele? Porque ele tirou o Edson, por ter chutado uma bola? Aí chutou uma bola e depois diz que o Edson não vai viajar porque ele não quer, não é bem assim. No futebol, você tem que relevar muita coisa e, às vezes, ele não relevou. Às vezes, ele achou: é isso que eu quero e pronto. No meu caso, não teve conversa, não teve nada, não me chamou para falar nada. Só teve essa situação que eu mesmo fiquei magoado por ele. Aí você vai conversar com o cara e ele (Márcio Araújo) diz que o cara está desmotivado, vou dizer o quê?
No futebol ele mesmo paga, te devolve o que você fez. Nosso grupo tinha 11 jogadores que estavam felizes e os outros que estavam no banco não. Então, não adianta, não vai”.
2001 e 2009
“Em 2001 era um grupo diferente, um grupo em que todo mundo gostava de todo mundo. Não digo que este não gostava. Digo assim: a gente tinha uma hora em que fazíamos um churrasco, e todo mundo participava. Não estou dizendo que é a obrigação fazer isso, mas era um grupo que se gostava.
A gente acabava um treino e ficava ali conversando, sabíamos dos problemas do outro, a gente queria correr pelo outro, queríamos bater no outro cara por causa do jogador, tinha essa diferença. Faltou um pouquinho da nossa parte, porque naquela época tinha excesso demais, tínhamos uma vontade de ganhar muito grande naquela época. Eu vejo o jogo de fora, vi mais do que dentro, e acho que o que faltou para a gente não chegar foi esse detalhe do algo mais. E eu já falei isso para todos ali, não tem porque esconder, a gente precisava disso”.
Comprometimento do grupo
“Quando cheguei falei, meu Deus do céu, o que estou fazendo aqui? Porque era assim: o ano que vem tenho meu time, então pra mim tanto faz quanto tanto fez. Eu, Schwenck, Fernandes e o Régis já não pensávamos assim. Temos uma história no Figueirense, não é assim, o Figueirense não é tanto faz como tanto fez. A gente queria gritar com alguém, só que alguém ia lá e passava a mão na cabeça.
O cara pensava, estou aqui no Figueira mas ano que vem tenho um contrato (com outro clube). Diferente de 2001, como eu falei”.
Fica para 2010?
“Minha vontade é ficar, não vou esconder isso. Até porque estou devendo muito ao Figueirense por eu não ter feito nada, reconheço. Não me deixaram fazer aquilo que eu mais amo na vida. Queria ficar, tenho uma vontade muito grande de ficar, mas não depende da minha vontade. Tem um pessoal por trás que tem que cuidar da minha permanência, do Fernandes, e de outras pessoas.
Comigo é direto, fala comigo e a gente resolve em cinco minutos. Até porque meu filho está aqui, aluguei uma casa para ele ficar aqui, ter um crescimento, até porque ele nasceu aqui. Para eu acompanhar ele seria ótimo”.
Figueirense x Duque de Caxias
“Vou falar como torcedor do Figueirense: a coisa que mais me arrepiou neste final de semana foi ver aquele bando de pessoas ali torcendo por nós. E a pior tristeza que já senti foi olhar todo mundo indo embora, algumas pessoas chorando, e principalmente pelos funcionários do Figueirense que são pais de família e perguntam: o que vai ser do ano que vem? Como eu falei, queria ter feito muito mais do que o pouquinho, esse quase nada que eu fiz pelo Figueirense. Meu sentimento é de um pouco de revolta, de tristeza. Se eu pudesse voltar no tempo poderia fazer muita coisa diferente, e ia fazer, mas o tempo não volta”.
Márcio Araújo
Tiveram coisas que disseram que eu falei e não falei, muito zizizi. Quero deixar claro uma coisa aqui: a pessoa Jeovânio não tem nada contra o Márcio Araújo. Foi uma opção dele, ponto. Meu problema foi com o auxiliar dele, não foi com ele. Eu tive porque sou pai de família, não vou ficar escutando umas coisas que ele falou para mim, vou rebater para qualquer pessoa. Do jeito que ele se dirigiu, eu não sou menino, não sou moleque. Fiz muita coisa pelo Figueirense e não vou deixar uma pessoa falar dessa forma comigo.
Eu já gostava do Jeovânio e defendia a permanência dele, agora quero cada vez mais que o pitbull fique no Scarpelli. Mostrou que tem hombridade, ao invés de tantos outros jogadores que vestiram o manto.
E você torcedor, o que achou do desabafo de Jeovânio?
Onde está a oposição?
Durante todo o ano de 2009 presenciamos inúmeras reclamações partindo de todos os lados. Sobrou pro técnico, gerente, presidente, jogador e se duvidar, até pro gandula. Cobranças mais do que normais levando em conta que estamos em um dos meios mais cobrados e exigidos no Brasil.
O futebol é uma paixão nacional e os seus administradores tem um desafio enorme que é aliar sua paixão pelo clube com o profissionalismo que o mundo da bola exige. Quando os dirigentes erram na dose, desequilibrando esses dois fatores, o torcedor ou os investidores se manifestam. Não é fácil. A pressão foi tanta que até Paulo Prisco jogou a toalha.
Agora o que eu não entendo é uma coisa. Onde está a oposição dentro daquele quadro enorme de conselheiros do Figueirense? Vou além: por que essa oposição não se une atrás de uma solução diferente das propostas apresentadas sempre pelas mesmas pessoas?
Afinal ouvimos reclamações a rodo, muitas vindas de pessoas lá de dentro que não concordavam com a administração de Paulo Prisco Paraíso. Por que ao invés de apenas reclamar não se unem, identificam-se como oposição e comecem uma mudança dentro do Figueirense? Façam alianças, apresentem propostas concretas e convincentes em busca de soluções, para que o nosso clube volte a evoluir.
Não me interessa se o lado A ou B está certo. Apenas publico esse texto na esperança de que essa oposição, hoje escondida, comece a se manifestar de maneira mais efetiva. Menos reclamação, mais ação.
Quem merece ficar?
Apesar do sonho de voltar à Série A, já neste ano, ter terminado, é preciso pensar e planejar 2010. Mudanças administrativas acontecerão e em breve serão anunciadas, mas não é sobre que quero falar. Hoje, o Figueirense conta com um grupo bastante inchado, em que a maioria não agradou. Além disso, muitos encerram o contrato no final de 2009 e não ficarão. Porém, é necessário reconhecer que nem tudo esteve errado e que houve destaques dentro e fora de campo.
Analisando o BID da CBF, constatei que somente os jogadores João Felipe e Maicon têm contrato até 2010. O do zagueiro encerra em dezembro e o do meia na metade do próximo ano. Wilson e alguns pratas da casa possuem vínculo com o Figueirense além de 2010. Algo que me chamou a atenção é que Fernandes tem contrato até o final de 2009 e Massari até o meio de 2010.
Fora isso, faço uma lista de jogadores que gostaria que ficassem para a próxima temporada, pois vivemos bons momentos na competição e alguns merecem e têm chance de continuar no Scarpelli. Vamos aos nomes:
- Wilson
- Roger Carvalho
- João Felipe
- Jeovânio
- Carlinhos
- Diego Paulista
- Fernandes
- Schwenck
Há também os oriundos das categorias de base como Lucas, Massari, Talhetti, Roberto Firmino, entre outros. Sei que o momento é inoportuno, mas é preciso pensar 2010, ao invés de ficar lamentando os insucessos de 2008 e 2009.
Concorda com a lista? Manteria quais jogadores? Dispensaria quem?
Só ano que vem, mas começando AGORA
Poderíamos fazer um post repleto de cobranças e lamentações. Poderíamos ir atrás dos “culpados”, perseguir jogadores que não se comprometeram, saber o que fez o time ter um apagão contra o Duque de Caxias. De nada adiantaria.
Nada vai mudar o fato que perdemos o jogo e as chances de voltar à elite neste ano. Agora é juntar os cacos e começar AGORA as ações para o ano que vem. Na minha opinião, quanto mais tempo o time fica na Série B, menor são as chances de ele voltar para a Série A.
Não adianta ficar lamentando. Temos um ano todo pela frente e como disse nosso mais lúcido representante da blogosfera alvinegra, Ney Pacheco, o trabalho tem que começar o quanto antes.
Aliás tudo já foi dito nesses dois textos a seguir. Leiam com atenção e tirem suas conclusões.
Minha preocupação agora é com o futuro do Figueirense. A começar por esse novo contrato que vai decidir boa parte do que será o Figueirense. Quem manda? No que manda? Como será? Que papel terá a torcida em tudo isso? Vamos atrás das respostas?
Pré-jogo: Figueirense x Duque de Caxias. Momentos finais
O último capítulo desta Série B, no Scarpelli, será disputado amanhã de tarde. Às 17h, o Figueirense recebe o Duque de Caxias, mas ligado no jogo entre Juventude e Atlético-GO. A partida marca a despedida do alvinegro em seu estádio, sendo o São Caetano, em São Paulo, o último adversário da competição.
Do lado de cá
O treinador Márcio Araújo relacionou 23 jogadores, porém não conta com Toninho e Marcelo machucados. Assim Roger Carvalho deve voltar à zaga como titular, mas não se surpreenda se o Figueirense começar no 4-4-2 com Diego Paulista no meio.
Voltam Roberto Brum, Egídio e Schwenck. A tendência é que todos sejam titulares, já que o time deve entrar com dois atacantes. Caso a dupla de ataque seja Rafael Coelho e Schwenck, quem perderá a vaga de titular será o meia Maicon.
Do lado de lá
O Duque de Caxias vem a Florianópolis sem a pressão do rebaixamento, nem a expectativa de subir, porém a mala branca deve vir na bagagem dos cariocas. O time do técnico Gilson Kleina ocupa a 12ª colocação com 48 pontos. No turno, o Figueirense enfrentou o Duque, no Rio de Janeiro e venceu por 3 a 2. Os gols foram de Fernandes, duas vezes, e Talhetti.
Lotar e lutar
A campanha criada pelo Figueirense: “Lotar e lutar” é clara. Esperamos que este seja o último jogo, no Scarpelli, na Série B. A festa pode ser grande, mas é recordando um outro momento feliz, na Série B, que o torcedor alvinegro deve se motivar. Clicando aqui, a trajetória vitoriosa de 2001 retorna às nossas memórias. O espírito tem que ser o daquele dia. Sábado, às 17h, o caldeirão deve voltar a ferver. Pra cima Figueira!
Ficha Técnica
Figueirense
Wilson; João Filipe, Roger Carvalho (Diego Paulista) e Régis; Lucas, Roberto Brum, Paulinho, Fernandes e Egídio; Schwenck e Rafael Coelho
Técnico: Márcio Araújo
Duque de Caxias
Vinícius; Oziel, Santiago, Gustavo e Marquinhos; Mancuso, Leandro Teixeira, Juninho e Leandro Chaves; Tony e Edivaldo
Técnico: Gilson Kleina
Local: Estádio Orlando Scarpelli (Florianópolis/SC)
Data: 21/11/2009 (Sábado)
Horário: 17h (de Brasília)
Transmissão: Pay Per View
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça (PE)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Falta pouco
Amanhã de tarde, o Figueirense enfrenta o Duque de Caxias, no Scarpelli, às 17h. As informações que chegam a cada instante dão conta que restam poucos ingressos, porém os 2 mil destinados aos visitantes ainda não foram vendidos. O torcedor alvinegro pode ocupar aquele local, desde que esteja sem a camisa do Figueirense.
Falta apenas 1 dia para a última partida e nesta sexta-feira, o treinador Márcio Araújo relacionou 23 atletas. Fora apenas os machucados (Bóvio, Philco, Toninho, Marcelo e Talhetti), além de Jeovânio e Jean Coral.
Confira os relacionados para o jogo entre Figueira e Duque de Caxias:
Goleiros: Wilson e Dalton
Zagueiros: Roger Carvalho, Edson, João Filipe e Régis
Laterais: Lucas, Egídio e Massari
Volantes: Carlinhos, Alê, Diego Paulista, Paulinho, Roberto Brum e Anderson Luís
Meias: Maicon, Fernandes, Vinícius Pacheco e Roberto Firmino
Atacantes: Rafael Coelho, Schwecnk, Douglas e Paulo Sérgio





