O Meu Figueira no decorrer desta tarde apurou com uma fonte segura que o Figueirense não possuía mais 10% do passe (direitos econômicos) do atacante Clayton durante a venda ao Atlético Mineiro. A participação do clube era zero no momento da negociação.

Antes da transação ocorrer, uma outra empresa de gestão esportiva, que não havia sido listada pelos portais esportivos, adquiriu 20% do passe do atleta: 10% do Figueirense e 10% da SM2, empresa de propriedade dos dois filhos do presidente do clube, Wilfredo Brillinger.

Maiores detalhes sobre valores e data da venda não foram confirmados.

Lembrando que 10% já seria um valor bastante pequeno para o clube que formou o atleta. E nunca esquecer jeito absurdo que o Figueirense perdeu os direitos do atleta ao longo dos anos.